Soldado morre após ser baleado na cabeça durante ação em Cachoeiro; autor do disparo foi morto por outro PM
15/08/2026
(Foto: Reprodução) Policial militar morre após ser baleado na cabeça; atirador também foi morto em Cachoeiro
Um policial militar foi baleado na cabeça e morreu durante uma ação em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, na tarde deste sábado (15). A vítima foi o soldado Paulo Henrique Carvalho Faccin, 28 anos. O autor do disparo também foi morto por outro PM na mesma operação.
O caso aconteceu no bairro São Luiz Gonzaga, próximo a um bar no local. O homem que atirou no policial foi identificado como Luan de Oliveira Cleto, de 25 anos.
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Segundo testemunhas, policiais realizavam uma abordagem a pessoas no estabelecimento quando, de repente, Luan teria partido para cima do policial e iniciado uma briga. Nesse momento, ele conseguiu tomar a arma do PM, que acabou sendo baleado na cabeça.
Foi nesse momento que o parceiro do policial baleado também atirou e matou Luan. Imagens que circulam em grupos de mensagens, moradores que estavam no local levaram o policial para dentro de uma viatura. No caminho para o hospital, o pneu do carro furou. Depois, colocaram o PM em outro carro para levá-lo até a Santa Casa de Cachoeiro.
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Soldado Paulo Henrique Carvalho Faccin, 28 anos, foi baleado na cabeça e morto por Luan de Oliveira Cleto, 25 anos, em Cachoeiro, no Espírito Santo
Reprodução
O comandante do Batalhão de Cachoeiro, tenente coronel Nerio Filho, confirmou que o policial baleado morreu no hospital. O soldado Paulo Henrique pertencia ao 9° Batalhão e tinha se formado na turma de 2025 da PM.
O governador do estado, Ricardo Ferraço, publicou nota de pesar nas redes sociais. "O Espírito Santo perde um jovem policial no cumprimento do dever. Minha profunda solidariedade aos seus familiares, amigos e todos os companheiros de farda neste momento de imensa dor".
O presidente da Assembleia Legislativa do Espírito Santo, deputado Marcelo Santos, também manifestou pesar pela morte do soldado Paulo Henrique. "É revoltante ver um jovem policial perder a vida no cumprimento do dever, vítima da reação brutal de um criminoso que estava foragido do sistema prisional e voltou a desafiar o estado e a sociedade. Esse episódio precisa provocar mais do que indignação", escreveu.
Luan estava foragido do sistema prisional, tinha mandado de prisão em aberto e ainda faltava cumprir três anos e dez meses de prisão.
Até a publicação desta reportagem, a Polícia Militar informou apenas que o caso seguia em andamento. A Polícia Civil informou também que a ocorrência de morte por intervenção legal de agente do estado estava em andamento.
Segundo a PC, o corpo do suspeito será encaminhado à Seção Regional de Medicina Legal (SML) da Polícia Científica, em Cachoeiro de Itapemirim, para ser necropsiado e, posteriormente, liberado aos familiares.
Luan de Oliveira Cleto, 25 anos, foi morto por policial após atirar na cabeça e matar o soldado Paulo Henrique Carvalho Faccin, 28 anos, em Cachoeiro, Espírito Santo
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